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Schuss - Caixilharia - Vidros

Vidro
O vidro tem uma função muito importante no desempenho global da janela.

Por essa razão, as soluções de perfis da Schuss foram concebidas exclusivamente para levar vidro duplo ou mesmo triplo. Estes vidros são composto por dois ou mais vidros e um perfil separador que forma uma câmara de gás argon. A selagem da câmara é garantida por uma dupla barreira de estanquecidade constituída por selantes orgânicos assegurando a estabilidade mecânica. 

Correntemente, em situações normais, propomos a configuração de 4+16+4 (dois vidros de 4mm sendo que um deles é térmico) com caixa de ar de 16 mm com gas argon ), (U= 1.1 Wm2 / K) De qualquer forma, as espessuras do vidro devem ter presente, além das condições climatéricas e de exposição ao ruído, a dimensão do vão. Sempre que haja que cumprir com o índice de isolamento sonoro de 33 dB definido para zonas mistas (Decretos-Lei 292/2000 e 129/2002), a espessura de vidro deverá ser mais generosa. Ver isolamento acústico na parte “Janelas de PVC”

Uma vez que uma janela é composta na maior parte por vidro, o vidro desempenha por isso um papel fundamental no isolamento das janelas.
Quando uma superfície está em contacto com o ar, há trocas calor por condução, por convexão com o ar, e por radiação com todo seu ambiente circundante.
As transferências térmicas através de uma superfície por convexão, condução e radiação, exprimem-se através do coeficiente “U”.
Este coeficiente representa o fluxo de calor que atravessa 1 m² da superfície para uma diferença de temperatura de um grau entre o interior e o exterior.
Quanto mais pequeno é o coeficiente “U” ,mais reduzidas serão as perdas térmicas, e melhor será o isolamento da superfície.
Os vidros das janelas existentes dos edificios em Portugal, são em regra geral constituído por vidro simples, duplo, ou triplo.
Para termos um termo de comparação, um vidro simples tem um coeficiente térmico o igual a 5,7 ( U= 5.7 watts por m2 por grau cº de diferença de temperatura entre o interior e o exterior do edificio).
Um vidro duplo convencional com uma caixa de ar de 12 por exemplo, terá um coeficiente térmico 2,8.
Os nossos vidros Pilkington baixo emissivos e com gas argon, possuem um coeficiente térmico “U”de 1,1 Wm2/k - o que vai assegurar uma economia muito significativa de energia em climatização.

Conforto:
O corpo humano “troca” calor por radiação com o ambiente. Por essa razão é que uma sensação de frio pode ser sentida perto de uma janela com temperatura mais baixa, mesmo numa divisão com temperatura confortável. No inverno, um vidro térmico permite “viver” perto das janelas sem sentir desconforto térmico, e com níveis de condensação interiores muito diminutos ou inexistentes.


O controlo solar é um factor chave na economia de energia no Verão:
A energia solar que entra num local através do vidro, é absorvida pelos objetos e pelas paredes interiores que aquecem, reemitindo um raio térmico situado primordialmente na gama do infravermelho remoto. Para comparar os diversos graus de controlo solar, devemos saber usar o fator solar “g”.
O fator solar “g” de um vidro é a relação entre a energia total que passa através desse vidro e a energia solar incidente. Esta energia total é o somatório da energia solar que entra por transmissão direta, e a energia que o vidro confere ao ambiente interior devido ao seu aquecimento intrínseco por absorção energética.

Como evitar este sobre aquecimento:
Utilização dos Estores exteriores;
Assegurar a circulação do ar;
Utilização de vidros com transmissão luminosa, designados como vidros de controlo solar, que apenas deixam passar uma determinada fração da radiação solar assegurando a iluminação mas limitando o aquecimento.
A Pilkington possue uma vasta gama de vidros , designados por SunCool ou Eclipse Advantage.

Há três objetivos na proteção solar:
Diminuição dos ganhos solares (fator solar g o mais baixo possível);
Diminuição da transferência de calor do exterior para o interior que é coeficiente u e garantia de uma boa transmissão luminosa.

Condensação nos vidros:
O fenómeno da condensação superficial sobre vidros duplos pode apresentar-se em três diferentes formas:
1) sobre a face exterior2);
2) entre os vidros;
3) sobre a face interior;
Devido ao efeito de ponte Térmica derivada dos intercalares dos vidros duplos, a formação de condensação será muito diferente, consoante seja no interior da casa ou fora.
A condensação superficial sobre a face interior começa sempre nos cantos, precisamente por causa do arrefecimento suplementar induzido pela ponte térmica.
Os intercalares em materiais compósitos, logo mais isolantes, permitem reduzir o risco de ocorrência de condensação nos cantos.
A condensação superficial sobre a face exterior raramente se forma nos cantos porque a periferia do vidro exterior aquece por efeito da ponte térmica.
O ponto mais frio da face exterior do vidro situa-se geralmente na zona mais central onde as perdas térmicas são menos significativas.
Condensação na face interior (dentro de casa)

O fenómeno da condensação superficial sobre a face interior do vidro duplo depende essencialmente dos seguintes fatores:
1/ Clima exterior;
2/ temperatura do ar no interior;
3/produção de umidade no edifício;
4/débito da ventilação;
5/temperatura superficial da parede.
Para limitar a condensação, convém agir sobre cada um destes parâmetros, às secção do clima exterior sobre o qual naturalmente não temos nenhum controle. A melhor forma de limitar a condensação superficial na parte interior consiste na captação do vapor de água logo junto a fonte, por exemplo utilização de exaustores na cozinha, casas de banho, etc.
A formação de condensação entre vidros é uma indicação de que a câmara de gás deixou de estar estanque. Pelo que o vidro deverá ser substituído. Atenção que alguma condensação passageira pode se verificar, em períodos de forte humidade; em locais onde posso haver momentaneamente uma elevada produção de humidade por exemplo casas de banho; especialmente quando o tempo está mais frio;
Quando se constrói o renova um edifício, a utilização de uma série de materiais de construção como betão, estuque, azulejos, requer quantidades de água significativas. A secagem destes materiais gera climas transitórios no interior dos edifícios, (por vezes durante mais do que um ano, ) anormalmente húmidos e durante os quais os riscos de condensação são elevados. Espaços confinados: mesmo espaços globalmente bem ventilados ou aquecidos e dependendo da sua utilização, podem gerar climas anormalmente húmidos (por exemplo espaço entre uma parede exterior e uma tapeçaria, posição de móveis, ou decorações nas proximidades de uma parede. O risco de condensação nos espaços confinados é geralmente bastante elevado.

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